segunda-feira, 26 de abril de 2010

É quando...

Sabe, tem vezes que você sabe ambos os lados de uma história. O que fazer nessas horas? Eu bem que queria a resposta. Ainda mais quando meus conselhos seriam completamente contraditórios pra cada uma das partes. A vontade de dizer para um dos lados que vai ficar tudo bem enquanto compartilho da indigação do outro lado.
Nessas horas olhamos para o passado, afinal, conselhos não é nada alem de pegar a sua próprioa história, tirar as partes ruins (ou não) e recicla-las para que se encaixem no contexto da história. Eu sinceramente prefiro deixar as partes ruins, afinal, é com elas que se aprende algo.
Claro que nessas horas só da pra escolher um lado a sair vencendo... Embora em certas situações, não existe vencedor, mas se um dos lados sofre apenas... Melhor que ambo, não?
Eu passei alguns anos fugindo de m alcunha que me foi atribuida por um evento especifico... Uma alcunha que eu jurei de pés juntos que não se aplicava a mim.
A bem da verdade...
Talvez ela se aplique melhor do que eu gostaria...
E...
De uns tempos pra cá...
Ela fez um sentido absurdo...
E no fim...
É quando você abraça aquele lado que lutou tanto para negar, mas que é como uma doença terminal...
Você pode lutar...
Pode atrasar o processo...
Mas no fim você entende...
Entende que aquela é sua natureza...
E que no final...
Apenas os fortes sobrevivem...